[Crítica] 'O Esquadrão Suicida' de James Gunn promete e cumpre

A resenha a seguir é livre de spoilers. Boa leitura!

 

Finalmente uma boa notícia para os fãs do Universo Estendido DC, depois do fracasso de ‘Esquadrão Suicida’ de David Ayer, a Força-Tarefa X retorna em uma nova produção, dessa vez, totalmente repaginado, com um elenco repleto de nomes que os fãs já conhecem, para um filme cheio de vilania, ação e algumas risadas, dignos de uma DC que ansiávamos há tempos.

Dirigido por James Gunn (a franquia “Guardiões da Galáxia”), e com um roteiro de sua própria autoria, baseado nos personagens da DC, o filme é produzido por Charles Roven e Peter Safran, com Zack Snyder, Deborah Snyder, Walter Hamada, Chantal Nong Vo, Nikolas Korda e Richard Suckle na produção executiva.

  Bem-vindo ao inferno, também conhecido como Belle Reve, a penitenciária com a maior taxa de mortalidade nos Estados Unidos, onde são mantidos os piores supervilões, dispostos a fazer qualquer coisa para escapar – até mesmo integrar a supersecreta e supersombria Força-Tarefa X. Qual é a missão de vida e morte para hoje? Reunir um grupo de prisioneiros de alta periculosidade como Sanguinário (Idris Elba), Pacificador (Jhon Cena), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Caça-Ratos 2 (Daniela Melchior), Sábio (Michael Rooker), Tubarão-Rei (voz de Sylvester Stallone), Blackguard (Pete Davidson), Dardo (Flula Borg), e a psicopata favorita de todos, Arlequina (Margot Robbie). Em seguida, armar todos até os dentes e jogá-los (literalmente) na remota ilha Corto Maltese.

Apesar de ser um clássico de heróis, o filme não é recomendado para menores de 18 anos, por conter nudez e violência extrema, o que foi exigido pelo diretor, para sair da mesmice e produzir algo diferente. Gunn entendeu que o público que via os filmes de heróis quando crianças já passou da maioridade e agora quer ver algo além de um roteiro onde o personagem principal se sacrifica em um ato de benevolência para salvar a todos.

Acredito que O Esquadrão Suicida tenha sido inovador e possa trazer novidades ao cenário cinematográfico atual, além de possivelmente provocar o público, torna-lo mais exigente, fazendo com que percebam que estão cansados de ver filmes de super-heróis sem muitas novidades e sem uma ação digna, como é possível ver nos quadrinhos.

            Minha opinião sincera é que o filme fez por merecer a alta taxa de aceitação, entregando uma produção com muita ação e violência explícita, cenas engraçadas, trilha sonora perfeita para agradar brasileiros com Gloria Groover, Marcelo D2 e Céu, além da participação da nossa queridíssima Alice Braga no elenco. Efeitos especiais incríveis e roteiro excelente, pra nem mesmo aquele amigo chato botar defeito.

O longa possui 2h12min de duração, conta com cena pós crédito e tem sua data de estreia no Brasil e nos Estados Unidos marcada para dia 05 de agosto e também estará no catálogo da HBO Max durante um mês após o lançamento nos cinemas.

 

Morgana Miranda

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