Crítica: Velozes e Furiosos 9



Corridas eletrizantes, carros  retrô, nostalgia, mal-entendido familiar e reencontros. Em uma frase se resume o novo Velozes e Furiosos 9. Quando se é fã é difícil ser imparcial em relação a um  filme que se acompanha  desde a minha infância?

São 20 anos e 9 filmes contando a trajetória de Dominic Toretto e sua família, que um dos pontos mais passionais e motivadores das corridas e melhores cenas de ação. 

O que velozes e furiosos 9 traz de diferente das longas metragens anteriores em duas horas de filme?


Já tem algumas edições da saga dos Torettos que  não vemos o destaque das corridas eletrizantes e insanas que fazem o  sucesso todos esses anos da franquia. Nessa nova sequência tem diversas cenas de corrida e ação que já começa com menos de 20 minutos de filme o que relembrar suas edições iniciais.


Temos um Dominic em crise com sua forma de levar a vida, agora que é pai. Diversos momentos ele aparece  nostálgico em relação a seu pai e sua família.



Apesar dos cortes que me incomodaram ao assistir ao filme que simplesmente parece que num passe de mágica eles se transporte para um novo lugar ao citar , a tempos não via cenas dinâmicas e com uma riqueza de elementos instigante.


Para fãs das sequências o filme atende as expectativas, apesar da minha decepção, pois alegaram que seria uma versão das "furiosas" não vi isso já que o protagonismo ainda foi dos personagens masculinos.


A dúvida que reina é será que haverá ainda mais longas ou a sequência está chegando a reta de fechar pontas soltas e finalizar com talvez mais um filme? 

Digam suas opiniões sobre o que acham.


My Instagram

Copyright © Desconexão Leitura. Designed by OddThemes