[Crítica] A Garota Invisível



A história de uma menina chamada Ariana, cujo seu sonho é ser escritora e com isso ela faz um diário relatando tudo de sua vida acreditando que um dia sua vida seria um belo livro, apenas por se titular como uma “menina invisível”. Ela tem um amigo chamado Theo, ele gosta dela não só como amigo, ele tem sentimentos por ela, como sempre: uma história clichê, além dele gostar dela, a mesma tem uma paixão platônica por outro menino: o Kaleb.

A menina que se titula como “invisível” acaba cometendo um erro tosco que ganha atenção de todos da escola de uma forma negativa incluindo do menino que ela gosta. Então, o menino não perdeu a oportunidade e, com isso, foi logo falar com ela apenas por interesse, já que ele estava em recuperação e Ariana era muito boa aluna, vendo uma oportunidade resolver seu problema em questão, no caso, fugir da recuperação. Manipulando a garota para seu benefício próprio, algo extremamente errado.

Ariana, por sua vez, aceitou ajuda-lo, já que ela tinha uma “quedinha” por Kaleb.  Encontrando uma forma ajudá-la a se aproximar do menino que ela gostava. Então, Ariana foi logo contar para o melhor amigo da tal aula. Theo, seu melhor amigo, olhava a amiga com outros olhos, o que fez ele ajudar ela em um sentido “diferente”, mas na verdade,  fez de tudo pata sabotar seu encontro. – Eu faria o mesmo! Mas mal ele sabia que a sabotagem não daria certo e, com isso,  Ariana conseguiu dar o ponta pé inicial e sair com o menino e até perder o B.V (beijo virgem). – O que achei errado, mas ok!

No meio do filme a ex do Kaleb fez um texto se passando pelo mesmo, que teve uma repercussão nada agradável, pelo menos até ele se explicar e Ariana ver foi a  ex  do Kaleb que armou tudo. Entretanto, ao decorrer do filme, Ariana descobre que foi usada pelo Kaleb, – que eu achei algo muito rude da parte dele, usá-la por questão de aposta? Ninguém merece passar por isso.

Nesse período ela tinha brigado com o melhor amigo e, logo depois, teve a relação reatada por uma menina que Ariana tinha amizade, mas foi rompida por ambas se afastarem. Ela a ajudou ferrando com a ex do Kaleb que era uma menina muito mal-amada, em minha opinião: e com isso veio à conclusão do filme.

A conclusão do filme é que A Garota “invisível” não era invisível. Era apenas uma menina que não era popular e por isso não tinha uma exibição grande e que o “amor” dela era ao amigo que sempre esteve ao lado dela fazendo ela se sentir visível enquanto todos mostravam ao contrario, ele era a pessoal que sempre mostrava o lado bom das coisas e mesmo assim ela só foi perceber quando foi usada por um menino.


Ellen Pegado


Confira as músicas do álbum digital: 

- Quem vai dizer – intérprete: Sophia Valverde, composição: Rique Azevedo e Samille Joker

- Amizade que chama – intérprete: Sophia Valverde, composição: Rique Azevedo e Samille Joker

- Estou aqui – intérprete: Sophia Valverde, composição: Rique Azevedo e Samille Joker

- Tu Momento – intérprete: Sophia Valverde, composição: Rique Azevedo e Samille Joker

- Pontos de Papel – intérprete: Mharessa Fernanda, composição: Nathan Barros e Sergio de Paula

- Decifrando o que é amor – intérprete: Guilherme Brumatti, composição: Guilherme Brumatti

- Nós dois – intérprete: Nathan Barone, composição: Nathan Barone

- Tchuru Tati – composição: MAESTRO Petreca

 

Gênero: Pop | Álbum: “A Garota Invisível Soundtrack” © 2020 Musicness | Santa Rita Filmes


“A Garota Invisível” é dirigido por Maurício Eça (dos filmes “Carrossel”), com roteiro de Livia Alcade e C.Jos Bravo, e produção de Marcelo Braga, da Santa Rita Filmes. A distribuição nas plataformas de streaming é da Synapse Distribution.


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