[Música] Em terceiro disco, Gabriel Vendramini vai do hard rock ao indie





lançamento experimenta com a guitarra e sintetizador


Tijolo por tijolo, o cantor e compositor Gabriel Vendramini (São Paulo/SP) chegou à iluminação. Em seu terceiro disco, “Phantom Pain”, ele une riffs de guitarra, baixo grooveado e sintetizadores carregados com a energia do rock setentista. Com 10 faixas, incluindo os singles “Lie”, “PLS” e “Casper”, o álbum conta com as participações especiais de Elisa Monasterio (Dois Barcos), Marisa Brito, Guilherme Wolf, Pavel Iakovlev, e a banda gaúcha Asilo Magdalena. O álbum se encontra disponível nas plataformas de streaming.


“De forma completamente natural, desta vez o instrumental foi melhor trabalhado. Por ter sido um disco concebido sem pressa, me senti livre para estudar e criar linhas mais complexas do que as de costume. Explorei bastante a utilização de teclados e sintetizadores, valorizei bastante o poder dos riffs de guitarra e dos grooves de baixo. Em certos momentos o "Phantom Pain" é uma grande ode ao rock'n'roll baseado em guitarra dos anos 70 e 80.”, explica Gabriel Vendramini.


Enquanto a iluminação vibra fortemente no álbum anterior, Lighthouse, é em Phantom Pain que Gabriel Vendramini abraça letras melancólicas e realistas. Neste disco, o músico rebate com dureza a noção de trabalho colaborativo, expondo a fragilidade do egoísmo, inspirando-se no conceito da Síndrome do Membro Fantasma. Como se expusesse uma fragilidade que não conhecia antes, o músico nos apresenta um novo olhar sobre sua obra. 


Curiosamente, o elemento dos olhos, presente e persistente nas capas dos singles e na capa de “Phantom Pain”, resultou em uma espécie de premonição: poucas semanas antes do lançamento do álbum, Gabriel Vendramini foi diagnosticado com uma neurite óptica,  ainda em tratamento, que restringiu a visão no olho esquerdo. Toda imagética da capa do disco, e também dos singles, são fruto da criatividade de Roger Mattos, artista de colagens.


“Este é o meu terceiro disco criado e lançado sob o conceito 100% DIY. Do primeiro trabalho ("Brick By Brick", 2016) até aqui, a minha base de ouvintes e seguidores vem crescendo organicamente através da internet, do engajamento com o público (dos shows e das redes sociais) e com as bandas que partilham dos mesmos ideais que os meus. Em tempos de isolamento social, espero que este álbum faça companhia aos sedentos por novas músicas, atinja um novo público e inspire todos que acompanham a minha música.”, deseja Gabriel.


A ficha técnica de “Phantom Pain” conta com Gabriel Vendramini (vozes, guitarras, baixo, teclados, programações de bateria, mixagem e masterização), Marisa Brito (backing vocals em “Lie”), Pavel Iakovlev (backing vocals e guitarras adicionais em “Casper”, Guilherme Wolf (backing vocals em “Freckles”), Elisa Monasterio (backing vocals em “Alone”), e ainda, a banda Asilo Magdalena (backing vocals em “PLS”). Também participaram Bruno Philippsen (teclados e sintetizadores em “Grindhouse”) e Roger Mattos (arte da capa).


Ouça “Phantom Pain”




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