[Crítica] Frozen 2





Frozen II

O filme “Frozen II” tem direção de Jennifer Lee e Chris Buck, após seis anos de espera e em meio a rumores enigmáticos sobre qual música ficará na cabeça de todo mundo. É inegável o compromisso de superar ou de no mínimo se equiparar ao primeiro filme, as expectativas estão postas, mas a continuação trata-se de uma investigação mais aprofundada de perguntas que ficaram sem respostas no primeiro filme. É sem dúvidas uma animação para imergir em lendas, magias e laços.

 No filme “Frozen II”, a rainha Elsa (Idina Menzel) vive uma vida tranqüila com sua irmã Anna (Kristen Bell), Olaf (Josh Gad), Kristoff e Sven no reino de Arendelle, mas após a aparição de uma voz esquisita com um toque de sobrenatural ao reino, a população se vê obrigada a sair de lá. As irmãs não compreendem que a voz é a chave para elas retornarem a uma antiga floresta encantada e descobrirem o mistério e conseqüentemente salvar Arendelle. É a partir disso, que as irmãs se deparam com a origem dos poderes da protagonista.

O fato de Frozen de 2013 ter sido um sucesso estrondoso inimaginável pela própria Disney, já leva o público a ter interesse na continuação do filme de princesa recheado de aventuras e isso atrai tanto meninas quanto meninas. Para além do sucesso de bilheteria, Frozen conquistou vários prêmios e ainda lançou o hit “Let it Go”, trilha que rendeu 23 semanas seguidas no primeiro lugar dos álbuns mais vendidos da Billboard.

“Frozen II” passa mensagem de amor e amizade entre as duas irmãs, ao mesmo tempo em que emociona o espectador é super divertido também. Olaf está com altas doses de humor, Anna como sempre muito divertida e distraída e a protagonista Elsa continua centrada, determinada e poderosa.

Anna é salva duas vezes pelo namorado num movimento de muito companheirismo e parceria, neste momento percebemos que não há uma cena clichê de um homem salvando a mocinha, e sim de um companheiro que protege sua amada que para salvar seu povo colocou a própria vida em risco, Anna está muito mais atuante e corajosa.  Elsa ofereceu à irmã a oportunidade de passar por grandes desafios para  decidir o destino de Arendelle, em um lindo gesto de amor e cumplicidade que só as famílias possuem.

Juliana Rodrigues
 Produtora Cultural


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