[Crítica] O sol também é uma estrela – Uma dose de romance em nossos corações





O filme “O sol também é um estrela” é uma adaptação do livro com o mesmo título da autora Nicola Yoon. O livro foi publicado no Brasil pela Editora Arqueiro, responsável por todos os lançamentos de Nicola Yoon, e recebeu diversas críticas positivas entre o público brasileiro.

                                      
Um filme da Waner Bros. Pictures, em que mostra que é possível se apaixonar em um dia, mesmo no meio de turbulências. O filme acompanha a jovem Natasha de origem jamaicana, onde se encontra numa situação complicada que é a deportação de sua família fora dos Estados Unidos, já que ninguém de sua família nasceu no país. Por conta do destino, ela conhece Daniel de origem coreana e no decorrer da trama os dois acabam se apaixonando e a vida dos dois promete mudar.


O filme inicia com pensamento narrativo de Natasha sobre ciência e astronomia e depois mostra que o filme terá seu desfecho em Nova Iorque, conhecida por ser rica pela diversidade cultural pela quantidade de imigrantes. O filme tem flashback’s que conta sobre a família de Natasha, sua infância e sua ligação com Nova Iorque, que também apresenta a história da família de Daniel, como a sua família se formou e como foi decidido o seu futuro. Nesses dois personagens de origens diferentes, as diferenças culturais e os conflitos ficam evidente que vão embalar no decorrer do filme.


Natasha não aceita que sua família seja deportada para Jamaica e corre atrás de uma alguma forma de contornar essa situação em 24 horas antes de terem que voltar para o seu país de origem. Daniel tem uma entrevista para fazer faculdade de medicina e manter o nome da família, e ao mesmo tempo ele está em conflito, pois ele é poeta e não quer fazer a faculdade e só faria para agradar a vontade de seus pais.



Como foi contado no início da crítica Natasha e Daniel se conhecem pelo destino e Daniel se fascinou pela jamaicana logo que avistou. No filme demonstra que eles são diferentes no pensar sobre o amor, isso faz com que a história seja intrigante, pois ele promete que ela irá se apaixonar por ele em um dia.



No meio disso tudo está o Daniel fazendo de tudo para conquista-la e o conflito pessoal dos dois que está no mesmo prédio e com a mesma pessoa que vai tentar resolver a vida dos dois demonstra que caber somente aos dois a resolução do futuro de suas vidas.



Pode-se dizer que o filme é um romance embalado por uma trilha sonora jovem e atual, e o uso das cores quentes faz com que a fotografia fique bonita e o uso das imagens de Nova Iorque de fundo que acompanha toda história. Não pode se esquecer de que os atores principais crescem em sua atuação de acordo com andamento da trama e nos leva a querer ver um final feliz para eles.


O Filme é uma mistura boa de drama e romance e consegue com um bom roteiro e boa atuação dos atores nos faz se emocionar. Quem não gostaria de conhecer o seu amor verdadeiro de uma forma tão romântica onde suas crenças sobre o amor pode ser mudada em 24 horas.


FICHA TÉNICA:
Título: O sol também é uma estrela (The sun is also a star)
Direção: Ry Russo-Young
Roteiro: Tracy Oliver
Lançamento: 16 de maio de 2019
Duração: 120 minutos
Gênero: Romance/Drama
Elenco: Charles Melton, Yara Shahidi, Cathy Shim, Faith Logan, Gbenga Akinnagbe e Jake Choi.
País de origem: Estados Unidos da América




Tata Boeta
Graduando em Produção Cultura, roteirista, 

ator, diretor de teatro/performance, compositor, poeta  e bailarino.




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