[CRÍTICA]:Vidas Duplas - Uma comédia que não faz rir




O Ator Guillaume Canet interpreta Alain, um editor de livros que tem dificuldade de se adaptar à nova revolução digital. Ele tem incomodo sobre o manuscrito de Léonard, um dos seus autores de longa data que quer lançar uma ficção que pelo público é visto como auto biografia. No livro de Léonard consta suas vidas amorosas sem identificar as amantes e uma delas sendo a esposa de Alain a Atriz Selena que convence o Alain a publicar a obra literária de Léonard. 



A grande maior parte do elenco é de meia idade e tem problemas de se encontrar com a revolução digital e com seus respectivas vidas amorosas que embala o filme, Alain e Selena que mesmo estejam juntos tem casos fora do casamento.
O filme que é de gênero comédia, nos deixa tentando encontrar as situações cômicas que nos podem fazer rir e o filme acaba sem conseguir com que esbocemos os esperados risos e tem um ritmo lento, arrastado e cansativo.


A trama tem um enredo que começa do nada e no desenrolar de sua história parece que é repeat da mesma história – Você pode dormir, ir ao banheiro e não vai perder nada do que está acontecendo na trama e seguindo a mesma linha do início do filme ele termina do nada.

Vidas Duplas é um filme francês, que é provocativo, tem discussões sobre o mundo editorial e seu futuro, problemas afetivos na meia idade, mas faltou o ingrediente do humor para ser considerado comédia.


FICHA TÉCNICA: 
Data de Lançamento: 18 de abril de 2019  (1h47min)
Direção: Olivier Assayas
Elenco: Guillaume Canet, Juliette Binoche, Vincent Macaigne, Nora Hamzawi, Christa Theret 
Gênero: Comédia, Drama    
País: França    
Ano: 2018    
Duração: 107 min   



Escrito por Tata Boeta
Graduando em Produção Cultura, roteirista, ator,
 diretor de teatro/performance,compositor, poeta e bailarino.





     

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