16/10/2017

Crítica: ZAMA - um filme de Lucrecia Martel

     
 
   ZAMA é uma coprodução com o Brasil, Espanha, França, EUA e Holanda, trazendo Matheus Nachtergaele e Daniel Gimenez Cacho no elenco.

   O título do filme é também o nome do oficial da coroa espanhola que é o protagonista da estória. O filme é ambientado no fim do seculo XVIII nas terras do Paraguai. Don Diego de Zama( Daniel Gimenez Cacho) sonha em ser transferido para Buenos Aires mas depende do envio de uma carta do governador para o Rei... Os anos passam e Zama fica obedecendo as ordens dos governadores que vêm e vão. O modo como ele vive de maneira apagada e submissa. ao longo dos anos vai criando em seu intimo o sentimento de frustração e o desânimo  porque a realocação para Buenos Aires que ele tanto espera não acontece.



    A fim de dar um sentido a sua vida e ao desespero, que cada vez aumenta mais,  Zama decide se juntar a um grupo de soldados para tentar capturar um perigoso bandido.


    A primeira vista o enredo do filme parece ser interessante pois temos a premiadíssima, com Oscar, Lucrecia Martel na direção mas ao ver a lentidão como o enredo da estória se desenrola  e também os diálogos são monótonos  e cansativos.


     São 115 minutos de filme onde somente no final do filme é que você assiste a uma cena que emociona por alguns segundos.

     Eu esperava mais pelo filme, no entanto a impressão de que se trata de uma maratona faz com que a pessoa se questiona se deve ir ou não até o final da corrida.

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