26/03/2017

Crítica: Power Rangers


   Nesta semana foi a estreia filme que todos que nasceram nos anos 90 ou anterior a isso com certeza assistiu ao seriado exibido na Rede globo, foram lançadas várias versões desta saga e fiquei preocupada quando fui assistir se iriam fazer o remake da versão mais antiga ou uma versão hibrida da mesma. Nesta crítica achei justo fazer um comparativo entre a versão atual e a antiga, ao final da crítica com fotos.




Roteiro: O filme de maneira geral seguiu a história da primeira versão, ocorreu uma atualizada já que fazem vários anos desde a primeira versão mais não achei desconfortável as alterações.

Figurinos e cenários: A diferencia é gritante, entre os trajes dos heróis e vilões, até achei que descaracterizou o tradicional traje que havia branco e cores bem vibrantes enquanto esse é mais sóbrio e mais difícil de fazer cosplay, pode choram fãs nesse quesito.

Trilha sonora: Não se preocupe vai ter a famosa Go Go Power Ranger que todos amam, e a trilha é bem escolhida, mais tenho que confessar que estava tão focada no filme que nem prestei a devida atenção no restante da parte sonora. Mais não houve aquele desconforto visível com essa parte.

Efeitos especiais: A tradição  do seriado de 1993 são efeitos bem forçados, que foi refinada e tem alguns que achei de ótima execução em comparação das versões anteriores, um dos mais chamativos e a do adversário do Megazord e as cenas de combate. Quem nunca reparou que podíamos ver que era bonecos as batalhas com Megazord e os vilões estranhos que aparecia a cada episódio é pouco atento.

Atores/personagens: Tivemos tantos personagens diferentes na série que é difícil montar um perfil ideal, senti falta do Tommy da série com certeza, porém acredito que a compensação foi com o Jason e a Kimberly que foram bem reproduzidos pelos atores, superando minhas expectativas.
Vale ressaltar a excelente atuação do ator RJ Cyler com espectro autista e ranger azul que se destacou nas partes importante da trama.

Ponto de vista geral: Compactar um  história exibida como série e fazer com que ela tenha início, meio e fim é um desafio, mas acredito que foi bem executada pela direção do filme, apesar do início da adaptação dos personagens com os poderes ter achado um pouco longa e maçante. Fiquei satisfeita com o resultado final da adaptação e recomendaria que todos assistissem e se prepararem para se emocionarem e relembrar a aquela época que a programação infantil era cheia de heróis e vilões. Saudades......

Antes e depois


Vestimentas de acordo com a moda da época, mais a indicação das cores dos ranger continuam.



Versão mais compacta em comparativo com o primeiro Megazord. Teve direito até há uma piadinha de comparação com o Tranformers no filme na hora de nomear como Megazord.


De cores vivas e formas geométricas para cores metalizadas e sóbrias, com visual futurista, senti um leve lembrança dos velocistas Tron - O legado combinado com os trajes de combate de G.I.Joe -A origem da cobra.


Completamente diferente a nova versão de Rita, a de antes era cômica e com voz estridente a atual séria e com traje digno de uma vilã de conto de fadas como a malévola. 


Achava o primeiro Alpha mais fofinho, mas gostei dessa versão atualizada.


     Zordon atual foi o que mais me chamou atenção no filme, digno de um filme de ficção científica em vez da cabeça voadora anterior, risos...
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