20/06/2018

Lançamentos Editora Leya

by on 19:52




"Subcidadania brasileira", de Jessé Souza, confronta o mito do jeitinho brasileiro

Após o sucesso de A tolice da inteligência brasileira e A elite do atraso, a LeYa publica Subcidadania brasileira, de Jessé Souza. O livro consolida o pensamento do autor – um dos mais profícuos e originais pensadores brasileiros – e o coloca definitivamente no rol dos grandes intelectuais que se dedicaram a buscar caminhos para a superação das grandes questões brasileiras.
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Uma certa história de amor

O romance da escritora italiana Milena Agus, é, como todas as boas histórias de amor, cheio de segredos. 
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Pós-F

Fernanda Young se insere no acalorado debate sobre o que significa ser homem e ser mulher hoje.
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Mulheres do Brasil

O livro resgata a história de mais de 200 mulheres que tiveram suas biografias alteradas ou deturpadas.
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Os loucos da rua Mazur

O novo romance de João Pinto Coelho, aplaudido pelo público e pela crítica, é vencedor do Prêmio LeYa de 2017. 
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16/06/2018

A paixão que nos une: Com Amor, Heavy Metal e você

by on 23:00

A emoção dos shows, o suor, a alegria, o mosh pit, a bateria pesada e ensurdecedora, as energias da guitarra e do baixo e os graves e agudos do vocal, em uma sinfonia desconcertante, mas harmônica me faz vivo. Lá eu tenho amor e aceitação, companheiros improváveis, prazer e bebida. Mas tudo isso acabava no minuto que a música parava, todos iam embora e meu copo secava. Faltava algo.

Seria mulheres? Dinheiro? Provável, mas não parecia que era isso que me faria incompleto. Então vivi pela noite, pelos shows, pelas festas, e pela emoção. Arranjava companhia, e me esbanjava mais e mais, e mesmo assim continuava faltando algo...


EEntre uma das noites de shows e festas você me encontrou, me cativou e trouxe para mim o que faltava... Mas eu ainda não estava preparado.
Fizemos amizade, trocamos experiências, e você me fez sentir que tinha alguém ali para mim e por mim, mas você estava para ser mais que uma parceira, e eu não queria ver isso. Não queria aceitar. Preferi procurar mais, pensando que ainda tinha que achar algo... E então continuamos nossa parceria. Dois cúmplices, dois amantes passageiros, trocando experiências e amizade, aumentando nosso vínculo e necessidade um do outro, pouco a pouco. Trocamos mais experiências, gostos e sonhos... Por mais diferente que poderíamos ser, cada um aceitava o outro, e compartilhava cada vez mais um pouco de nossos mundinhos um com o outro....

Então te fiz esperar, e conhecer mais de quem eu sou e de quem eu fui, mostrando meu melhor e pior, como eu amava outras, pensando inconscientemente em você... Por culpa de minhas dúvidas, de minha imaturidade. Mesmo assim nosso companheirismo era mais forte do que do que minhas dúvidas, e sua paciência e fé, admiráveis.





Até que finalmente cai em mim, depois das burradas e das frustrações desnecessárias. Percebi que sempre tive perto de mim quem eu mais precisava e o que mais me faltava. Tudo o que sentia nos shows, no mosh pit se repetia toda vez que a via, e então ganhei (aceitei) minha nova paixão, um novo amor; que se completou com o rock e heavy metal: Você.

Casal Ariane Alonso e Henrique Xavier

Conhecendo meus acertos e defeitos, me aceitou, agora, mais que um amigo ou parceiro. Agora, como seu “mozão”.





Escrito por Jonas Farias 

Técnico em Petróleo e Gás, Estudante de Química, amante de leitura e Heavy Metal




Fotografia


15/06/2018

A paixão que nos une: Amor de espelhos (Especial Orgulho LGBT)

by on 18:43

Eu não gostava das manhãs. Costumava ler madrugada adentro escutando as rádios de músicas antigas, lentas e tristes. Quanto mais tristes, melhor. Acho que eu devia ser a única menina do terceiro ano que ainda ouvia rádio. Talvez a razão desse hábito fosse a ilusão de companhia na voz do locutor.
Subir as escadas para a sala de aula era a primeira tortura do dia. Riam do meu cansaço, da falta de motivação em falar sobre a boysband mais adorada do mês, da indisposição para assuntos adolescentes. Cheguei a tentar interpretar papéis mais convenientes à minha idade para ser aceita. Não adiantou, o ridículo do resultado piorou minha situação.
Era junho. O frio da manhã me fazia ainda mais infeliz. Atrasada para a primeira aula, maldito alarme! Entrei de cabeça baixa, apertei o passo. Nem olhei para a professora de Biologia, que falava algo sobre as fases do embrião humano. Procurei o lugar de sempre, no fundo da sala. A capa de invisibilidade que me protegia das brincadeiras de mau gosto. Para minha surpresa e raiva, o refúgio fora ocupado.
Ela sorriu de boca e olhos. Eu reparei nos cabelos, adorei a juba ousada e cacheada, mas a irritação de ver minha cadeira ocupada me impediu de retribuir o cumprimento! Sentei ao lado da novata, no lugar que havia sobrado. Percebi que ela cantarolava bem baixinho uma música do filme Grease-Nos tempos da Brilhantina. Quase um sussurro enquanto apontava o lápis “...Hopelessly devoted to you”. Não acreditei. Alguém da turma com gosto musical parecido com o meu? Nunca achei que isso pudesse acontecer! Cheguei a pensar que fossem os meninos brincando com a minha cabeça, para depois desdenharem das músicas de “gente velha”. Mas algo na inocência do olhar vago enquanto o apontador girava me encorajou.
-Olá! Eu me chamo Carla.
-Sou Rosana! Vim transferida de Salvador. Comecei hoje na escola, mas cheguei em São Paulo há duas semanas. Ainda me acostumando.
O trabalho de Biologia nos aproximou. Conheci a casa de Rosana, os vinis dos “Beatles” e do “Creedence”. Folheei os livros de Hermann Hesse que enfeitavam a estante. A angústia de Demian me parecia muito mais interessante do que as mitocôndrias! Dançávamos na sala quando o texto sobre as fases da mitose nos cansava. Finalmente alguém para dividir horas leves! Que alegria escutar sobre o sol na praia de Amaralina e o sorvete da Ribeira. Salvador ganhou cores de conto de fadas na voz da minha querida.
Os dias começavam melhor porque eu sabia que a encontraria. Os primeiros pensamentos das manhãs eram dela e para ela. Sensações de montanha-russa me tomavam no caminho da escola. Eu ansiava pela fragrância de morango da Giovanna Baby que Rosana usava.
Depois de noites insones e sonhos confessados ao nada, decidi que precisava falar. E daí se ela zombasse, se nunca mais me olhasse? Impossível sustentar a proximidade sem me corroer de desejo. E até a palavra desejo me assustava. Eu, que vivia de estudos, músicas cult e livros, nada sabia sobre a fome da presença do outro. Agora, me consumia de inanição e me afogava na culpa por estar prestes a perder a única amiga que fizera naquele colégio de elite, onde bolsistas nunca foram bem recebidas pelos pares.
Eu sabia que a casa estaria vazia. Pais e irmão trabalhando. Ninguém para bisbilhotar a conversa. Melhor assim. Sem risco de humilhação. Coloquei o disco do Grease. Juntar finais e começos é obra de meu agrado. Olivia Newton-John testemunharia o drama.
-Não podemos continuar essa amizade!
-Posso saber o motivo?
-Eu me apaixonei por você.
Da direita para esquerda: Juliana Massena e Thainá Souza.
As palavras acabaram num beijo de entrega. Eu me desfiz na saliva e no perfume de morangos. Unidas nos transformamos. Depois do fim, começo.
Rosana falou com propriedade de Baiana forte:
-Gosto de você desde o primeiro dia. Esperei com paciência. Confiei no destino. Algo em mim notou que seria possível. Além do mais, escutamos as mesmas canções e lemos os mesmos livros. Somos feitas uma para a outra! Espelhos.
Rosana caiu na risada, e eu flutuei no som do riso.
-Quem eu sou agora?
-Você é Carla. Moça bonita, de olhos vivos e a pele mais perfeita que eu já vi. É a mulher que eu amo e que eu espero que me ame também.
Naquele dia, fotografamos. A primeira foto é nossa aliança. Anos passaram, os desafios mudaram. Quando nos perguntamos se vale a pena, retornamos à primeira foto e a certeza mais profunda nos ocupa a alma.


Escrito por Marissol Lourenço

Médica Psiquiatra, Analista Junguiana e Escritora




Fotografia:



14/06/2018

A paixão que nos une: Playlist para curtir a dois ou apenas um momento mais tranquilo

by on 23:30


Olá pessoas e para estrear nosso Spotify e no Deezer com grande estilo nosso novo colunista Rennan Valle e que muitos conhecem por tocar o melhor do Funk Carioca, aceitou o desafio de fazer um playlist para ouvir com aquela pessoa especial. Com uma seleção que vai de MPB a Hip Hop e se você ficou meio decepcionado com apenas esse gênero, pode ficar bem animado que também tem um pouco de acústico com Pelé Milflows, Poesia acústica entre outras músicas do amor.


Basta aperta o play abaixo e ouvir enquanto acompanha as outras matérias dessa semana!




Se você gostou da playlist basta seguir nosso perfil e ficar atento a todas outras que iremos lança ao longo do ano. Só clicar aqui

13/06/2018

A paixão que nos une: A música e a amor

by on 16:00


A música tem o poder de influenciar a nossa vida nos mais diferentes aspectos. O amor entre pessoas que vivem da música muitas vezes se apresenta de uma forma um tanto quanto diferenciada. Conseguir ser feliz no agora e viver o momento como se não houvesse o amanhã é basicamente uma realidade no meio. Cidades, países, lugares diversos, pessoas novas, hotéis, aeroportos e palcos passam a ser nossa casa, nossa família.

O amor na música deriva de forma deliberada e não proposital, na ânsia acalentada pelo amor. Quando afogado pela melodia é abraçado pelo ritmo.  A música nos conforta, nos alegra, nos excita e transcende o ir e vir, as fronteiras sem nunca nos abandonar. Soa a nós como o próprio espírito, como a dádiva jamais explicada.

De onde veio, de onde vem tal espontânea forma de inspiração? Criadora de desejos, de aspirações sem fim. Talentos que nos unem de forma tão complementar. Sorrisos que brotam em versos ditados pelas lembranças que a canção nos trás. As lágrimas derramadas nota a nota. A ponte que nos transporta ao outro lado e independente se estamos todos a cantar, estamos sempre a ouvir.

A gente sofre porque ama mas nunca vamos deixar de amar pelo sofrer.

A música que nos rege, o amor que nos enaltece, sempre envolvidos por nossas canções.



Pessoas sempre serão quem elas querem, e isso é o que realmente faz o mundo girar. O amor incondicional é escasso. O verdadeiro amor é para todos, não importa de onde você é. O amor ultrapassa todas as barreiras. Eu ainda estou com você mesmo quando você não está. Então eu te quero mesmo sabendo que você está partindo. Às vezes, é demais pra aguentar. Nós seremos o que fazemos, não o que dizemos e então tudo muda e nada continua igual.

Modelos : Jonas Farias e Marcela Nogueira

É uma vida, um mundo, uma chance. É como esperar por algo, que talvez nunca dê as caras de novo. Quando estivermos no futuro e o "agora" estiver há milhares de milhas de distância começaremos a reconsiderar que o agora pertence ao passado e que toda essa vida se move com muita rapidez.

Então viva os dias pois todos eles se tornam noite, veja o sol porque ele se transforma em lua.






Escrito Por: Stéphanie Machado
Psicologa e Produtora de artística  



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12/06/2018

A paixão que nos une: Melhores filmes para cada estilo de casal

by on 22:56

Feliz Dia dos Namorados!
É um dia de amor carinho, diversão e um rala e rola gostoso.
Os apaixonados de todos os gêneros e cores podem comemorar com um bom vinho, uma comidinha deliciosa e um filminho maneiro para antes ou depois do amor.
Selecionamos dois filmes para cada tipo de casal.
Aproveitem bem o dia e a noite dessa data especial para os que estão vivendo as delícias de estar amando.

1. Casais clássicos: Parceiros que gostam de ficar agarradinhos, assistindo a filmes antigos em preto e branco.
"Casablanca" e "E o Vento Levou"

2. Casais náufragos: Namorados que curtem filmes grandiosos e choram juntos pela tragédia vivida pelos amantes.
"Titanic" e "O Fantasma da Opera"

3. Casais sci-fi: Estes são para a galera que é chegada em tecnologias futuristas ou experiências científicas do passado.
"A Forma da Água" e "Passageiros"

4. Casais latinos:Para a turma que fala espanhol e admira a criatividade e a cultura da América hispânica.
 "O Segredo dos teus Olhos" e "Um Conto Chinês"

5. Casais HQ: Para curtir o bode das perdas nas grandes paixões. É no filme! Então, tá na boa. "Deadpool" e "Superman"

6. Casais eruditos:  Para os amantes de filmes de arte e suas questões existenciais mesmo nas histórias de amor.
"Moulin Rouge" e "Ligações Perigosas"

7. Casais cinéfilos: Romances intensos e apimentados em filmes que ficaram como marcos na história do cinema.
"As Pontes de Madison" e "O Último Tango em Paris"

8. Casais tupiniquins:O amor em terras brasílicas. Músicas das boas para combater preconceitos absurdos.

"Faroeste Caboclo" e "Noel - Poeta da Vila"

9. Casais intelectuais:"All you need is love". Amores e lágrimas. Romances e desventuras.

 "Anna Karenina" e "A Espuma dos Dias"

10. Casais românticos: Para os que curtem adoidado estéticas sofisticadas do amor e da invenção de formas novas na arte cinematográfica.

"Romeu & Julieta" e "Olhos Negros"

Marco Guayba 
Ator, diretor, preparador de elenco e Mestre em Letras


11/06/2018

Campanha: A paixão que nos une

by on 18:24



Temos facilidade de aceitar aquilo que se parece com nós mesmos. Isso acontece com muito mais frequência entre pessoas, que não nos damos conta. Imagine você que está pretendendo ir em uma
festa e buscando um novo modelo de roupa, parece que a gente aos sair na rua deparamos com várias vitrines de roupas e passamos a observar pessoas bem vestidas. Se você for atleta de alguma modalidade de esporte de alguma forma você acabará se encontrando com pessoas ligadas a este esporte que prática. Isto é algo inconsciente. Tendemos a estar ligado a aquilo que estamos pensando, da mesma forma que tem acontecido de pessoas se apaixonarem por pessoas que se conheceram no ambiente de trabalho ou círculo social.

     Neste mês em que comemoramos o dia dos namorados, a equipe do DESCONEXÃO LEITURA vem abordar o tema A PAIXÃO QUE NOS UNE; pois passamos a perceber que os relacionamentos acontecem com frequência em pessoas que exercem as mesmas atividades quer seja artística, intelectuais ou esportivas.

Seguindo essa proposta, apresentaremos os mais diversos tipos de casais e suas paixões, todos os casais aqui se exibindo nas fotos são casais reais e que realmente são apaixonados ao quadrado. Possuem hobbies em comum e claro não são modelos profissionais, provando que o amor não é um padrão de beleza ou estética ele é apenas amor, puro e sublime. 

Não existe um amor certo ou errado apenas diversas formas de representações do amor. 
Espero que a cada matéria vocês se apaixonem tanto quanto nos apaixonamos por cada casal e se ainda não tem aquela pessoa especial teremos outras matérias que irão agradar até os solteiros, tais como playlists, indicações de filmes e muito mais. Nessa semana em que A paixão que nos une irá unir cada um de vocês com a equipe D.L.


Parceiros nessa campanha:

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