18/01/2018

Resenha: O ódio que você semeia - Angie Thomas

by on 16:00


 Quem já perdeu um amigo, parente ou conhecido para guerra nas ruas simplesmente por conta de um mal-entendido da polícia, dos traficantes, ou por balas perdidas? 
Ou já viu alguém por ser negro, fichado ou simplesmente morar numa favela, é tratado como criminoso, tem seus direitos negados, é escorraçado, tratado como lixo, de forma indiscriminada, e não puder fazer nada mesmo sabendo que o outro não tem culpa? 

   Em “O ódio que você semeia” (do inglês, THUG: The Hate U Give), de Angie Thomas somos levados aos gueto estadunidenses numa trama chocante, porém tão comum em tempos de caos, preconceito racial e violência. O bairro de Garden Heights, considerado como um  gueto, é assolado pela disputa de território de duas gangues locais: os verdes, Garden Disciples, e os cinzas, King Lords. Lá os moradores fazem o melhor para sobreviver e levar a vida sem problemas, mesmo com a falta de segurança, a falta de treinamento policial para tratar com a população de lá, a perda de parentes e amigos para as drogas, um governo e sociedade que visualiza o povo do gueto como marginais. No meio disso tudo temos nossa protagonista Starr Carter, 16 anos, bolsista de um colégio particular de elite de uma área nobre da cidade, filha de um ex-presidiário e ex-King Lord dono de mercearia, e de uma enfermeira da clinica local. Como seu pai conhece o pior lado das ruas ensinou Starr desde pequena como lidar com policiais; porém numa noite tem sua vida virada do avesso por presenciar o assassinato de seu melhor amigo de infância por um guarda policial, após ser parado por uma lanterna de carro quebrada.


   A polícia, a mídia, a sociedade o tacham como traficante de drogas, por conta de conexões duvidosas com os King’s, dando uma desculpa esfarrapada para sua morte injustificada. Por medo de Khalil não obter uma forma de justiça, o povo de Garden Heights se une contra a discriminação criando manifestações públicas que culminam com destruição e a necessidade de intervenção militar e policial. Ao mesmo tempo, Starr por ter presenciado tudo sofre com a indecisão de buscar a justiça para seu amigo, devido a polícia, sua família, os King’s, amigos e colegas de escola pressionarem para que desista ou lute até o fim para que o nome de seu amigo seja limpo, mesmo que arrisque sua vida. 

   Os pontos que mais me chamaram a atenção na obra foram a interação que Starr tem com suas amigas, namorado e com sua família quanto a discriminação racial. Por um lado, seus pais quase que a doutrinam para lidar com situações como a que levaram Khalil a morte, forçando indiretamente Starr a adotar quase uma segunda personalidade quando está fora de seu bairro para não sofrer qualquer tipo de preconceito ou injustiça. Por outro, por seu pai ser militante do movimento negro Starr tem dificuldade e medo para apresentar seu namorado caucasiano: inicialmente por conta do preconceito que ele podia sofrer, mas é mostrado que são motivos mais comuns, que todo pai tem; quebrando o paradigma e tabu de casais inter-raciais. 

   As amigas e o namorado de Starr mostram a visão da sociedade, em que temos as minorias e a elite, tanto racial, quanto socioeconômica, dividindo espaço e amizade, em que a elite comete gafes e falha por não entender os problemas das minorias, porém há alguns que tentam e conseguem aproximar os mundos. 

   THUG traz uma visão muito comum a todos nós brasileiros, ainda mais aos que moram em comunidades e áreas carentes, porém onde pecamos em buscar pelos nossos direitos e pela justiça que nossos irmãos, pais e filhos merecem estes tentam, e, de certa forma, conseguem em sua sociedade. Sendo uma obra premiada e por abordar questões comuns como a discriminação social e racial, preconceito, racismo velado, estereótipos, marginalização, entre outros, a obra será adaptada para os cinemas este ano, sem data de estreia confirmada.

   Assim recomendo a todos este livro, sendo uma leitura obrigatória para aqueles que querem ter uma voz não conseguem, e para aqueles que querem entender o que a discriminação social e racial podem fazer com a nossa sociedade.

17/01/2018

Crítica: Pela Janela filme nacional de Caroline Leone

by on 16:00


   Pela Janela, é um filme nacional, tendo como elenco Magali Biff, Cacá Amaral e demais, retrata o cotidiano da vida, de uma mulher, que após 30 anos de trabalho em uma pequena indústria de reatores, no subúrbio de São Paulo é demitida, com prenúncio de uma fusão empresarial. A perda da rotina e o medo do futuro estão presentes no olhar de Rosália (Magali Biff) que passa com muita emoção a dificuldade de lidar com a nova vida. 

   A história se desenrola uma grande parte no subúrbio de Buenos Aires, Argentina, quando seu irmão José (Cacá Amaral) preocupado em deixar sua irmã, após a demissão, resolvi leva-la na viagem de trabalho. Antes de chegarem na Argentina José resolve levar sua irmã Rosália para conhecer a paisagem que se entrelaça com a personagem no encontro das águas nas Cataratas do Iguaçu. 

   O silêncio em muitas cenas destaca a atuação de Magali Biff que expressa com diplomacia a arte da dramaturgia brasileira. O filme encanta pela atuação da personagem Rosália e, não pela paisagem, com sobressalto das quedas de Foz do Iguaçu.

   É um filme para refletir, pensar em como deixamos nos levar pela rotina da vida e, como esta rotina ininterrupta pode nos afetar profundamente quando é drasticamente interrompida. A mudança sempre é algo assustador para muitas pessoas, mas para a personagem Rosália, não é apenas o novo momento de vida, mas a idade que também a preocupa, como destacado em algumas situações do filme. Em determinado momento Rosália, se permitir viver o hoje, aproveitando as novas experiências.   


   Particularmente, gostei do filme, especialmente, que fala de sentimentos que retrata o cotidiano da vida e, da atuação de Magali Biff que deu um sabor especial a história.
Se está em busca de um filme que toca o coração e que faz jus aos prémios que ganhou não deixe de assistir nos cinemas.
Trailer aqui


Escrito por Marisa Relva

15/01/2018

Resenha: Doctor Who - Shada, A aventura perdida de Douglas Adams - Gareth Roberts

by on 13:10

Foto retirada de pesquisa no google

O personagem principal da série - e do livro! - É O Doutor, um ser alienígena da raça dos Senhores do tempo, que explora o universo não só em termos de extensão, mas também temporais. Ou seja, o Doutor é um viajante do espaço-tempo, que enfrenta vários inimigos enquanto protege alguns planetas, como um de seus preferidos: a Terra. 

Em Shada, vamos encontrar O Doutor com sua acompanhante Romana, também da raça dos Senhores do Tempo, em visita ao professor Chronotis, um simpático velhinho que adora um chá e é apaixonado por livros. E é justamente por causa de um livro que toda a confusão começa. Afinal, vamos descobrir que Chronotis também é um Senhor do Tempo, mas com uma idade já muito avançada, o que o faz ter lapsos de memória e um comportamento um tanto quanto excêntrico - que alguns diriam irresponsável - mas que, na narrativa de Garethse torna encantador.

Em meio a desordem em que vive na sala 
P14, na Universidade de Cambridge, um dos livros mais importantes do Universo "se perde", sendo missão do Doutor encontrá-lo e restituí-lo à Gallifrey, terra dos Senhores do Tempo.

Afinal de contas, quando Chris, um outro professor de Cambridge, vem em busca de livros sobre datação por carbono, disposto a impressionar 
Clare, uma antiga paixão que está prestes a arrumar suas malas e ir embora, este nunca imaginaria o tipo de livros que o Professor Chronotis guardava em suas prateleiras – nem o tipo de confusão em que iria se meter.

E é claro que, um livro tão poderoso só poderia atrair a atenção de um vilão temível, com idéias abomináveis a respeito da utilização desta relíquia de 
Gallifrey – tão remota que nem mesmo o Doutor sabe bem sua origem e utilização. Skagra é o nome deste temível e egocêntrico vilão, que fará tudo para possuir “O venerável e ancestral livro de leis de Gallifrey
foto retirada do link

Agora, Chris e Clare, dois humanos com vidas comuns, embarcarão junto com Doutor e Romana, sua companheira de viagem, na mais fantástica aventura de suas vidas a fim de salvar o universo dos planos maléficos de Skagra e descobrir, afinal de contas o que significam as palavras enigmáticas do professor Chronotis, minutos antes de desfalecer: cuidado com Shada.

O livro de Gareth Roberts é delicioso de tão divertido! Tem uma linguagem clara e acessível, e um humor inteligente e tão bem construído que consegue transformar a trama mais previsível e as situações mais absurdas num livro absolutamente memorável. A melhor descrição do Doutor – uma figura cativante! – é dada pelo próprio autor, através do personagem Chris.


Ou seja, o livro simplesmente é ótimo, e dificilmente eu conseguirei achar as palavras certas para descrevê-lo, mas espero que você, caro (a) leitor (a) fiel do nosso blog comente aqui o que achou da leitura – por que, sim, vocês não poderão ficar sem ler. Recomendadíssimo.

12/01/2018

Resenha:Promíscuo ser de partitura finita - Cris Coelho

by on 16:00





Anna Lara é casada com um influente empresário, para todos um relacionamento comum como qualquer outro. Mas na intimidade do quarto, eles são um casal livre dos limites impostos pela moral social ou familiar.

É um relacionamento regado de amor, paixão e as fantasias enriquecem a intimidade do casal. Mas tudo fica confuso com um drama que surge na vida do casal: a protagonista se vê em um dilema com a forma que leva sua vida de casada, suas crenças religiosas e sua relação com seus pais.


Laura agora ver seu mundo ruir, seu casamento construído em verdade e confiança é abalado por uma profissional inescrupulosa que usa de sua profissão e influência para destruir tudo que a protagonista mais ama. Perdida e acoada pelas diversas intrigas, Anna segue um caminho destrutivo, tentando de todas as maneiras preencher o vazio de sua alma e quem sabe seguir em frente...


A parte mais interessante do livro é a combinação do erotismo de maneira poética e os momentos sobrenaturais que o tornam singular. Em vários momentos a uma alternância entre presente e passado. Os parâmetros psicológicos da personagem junto a vida que leva dá uma sensação de estar lendo um suspense. Não saberia ao certo em que gênero classificar o livro de Cris Coelho, já que ela brinca com o enredo e sua dupla narrativa. Sem sombra de dúvidas a história me prendeu do início ao fim e me proporcionou uma experiência inédita literária.

Apesar da quebra de ritmo na segunda fase da história ter me dado a sensação de como se fosse uma pausa para respirar e assim retornar  a mergulhar de novo para nadar uma longa distância. Não me deu vontade de desistir da leitura já que logo em seguida me vi com expectativas altíssimas para ver a personagem correr atrás dos seus desejos custe o que custar.


Minha única indignação foi porque na melhor parte aparece o danado do “continua” finalizando o livro. O livro foi bem concluído mas o continue me deixou com aquela sensação de “que droga vou ter que esperar a continuação!”

Super recomendo o livro para quem gosta de livros eróticos e também gosta de tramas psicológicas com uma nuance sobrenatural.

11/01/2018

Clube de Temas

by on 22:00

Ler pode ser uma viagem entre eras, uma viagem espacial ou viver uma grande história de amor. As vezes até um pesadelo que te dará arrepios, em outras vezes uma delirante aventura em busca de tesouros ou mistérios.

Toda experiência depende do livro que se está lendo no momento e cada leitor tem um gênero predileto. Mas infelizmente os leitores acabam não se aventurando em outros gêneros ou temas.

Como leitora tenho o mesmo conflito existencial. Sempre acabo lendo os mesmos estilos...

Buscando quebrar ou ultrapassar limites resolvi-me desafiar ao entra no Clube de temas. A proposta da parceria é que a cada mês teremos que resenhar um livro no tema estabelecido pelo clube.
Todos os temas deste ano já foram escolhidos que serão estes:


Ao todo somos 16 participantes, entre sites e blogues que terão que escolher livros para cumprir seus desafios mensais com fotos e resenhas no tema. A cada postagem vocês poderão acompanhar quais livros que cada participante leu no tema. Que tal se desafiar também?
Se você gosta de desafios convidamos a fazer o mesmo desafio à si próprio e contar para gente qual livro decidiu ler para o mês de janeiro.

Blogues e sites participantes

- Alfarrábios Literários            - A menina que comprava livros           - Depois da moderação
          Site - Instagram                           Site - Instagram                           Site - Instagram         

     - Every Little Book      - Estante Diagonal       - Faces de uma capa       - Garotas devorando livros 
     Site - Instagram        Site - Instagram          Site - Instagram               Site Instagram    

     - Manuscrito literário       - Monólogo de Julieta          - No meu mundo           - Reino Literário Br 
        Site - Instagram            Site - Instagram             Site - Instagram             Site - Instagram  
                                                                                                                                                             
     - The best words Br                               - Sou Aficcionado                                          - Annebee      
        Site - Instagram                                  Site - Instagram                                   Site - Instagram

-Alfas Literarias
Site - Instagram





10/01/2018

L, o Musical - Uma história de amor regada de belas canções de mpb

by on 11:06


O espetáculo retrata com muita dignidade, e sem exageros, as histórias de amor entre duas mulheres, que têm como fio condutor a apresentação ao vivo do último capítulo de uma novela de sucesso. Pouco a pouco as histórias das personagens começam a ganhar forma e refletem as mais diversas situações em que o amor se apresenta ou é posto em xeque.

Vista frontal do CCBB-SP
Logo no início, o público é convidado a fazer parte da grande plateia, que assistirá ao último capítulo da novela de maior sucesso da história. Neste ponto, o elenco ágil e afinadíssimo, entrega ao público cenas de beleza que são emolduradas por belas canções da MPB.

As referências musicais, são as melhores de nossa música popular, através de grandes canções marcantes que povoam o imaginário de todos, revelam a força e a liberdade das interpretes que as consagraram.

Quanto ao elenco, todo composto só por atrizes impecáveis, é necessário fazer uma menção especial à grande atriz, poetisa e cantora Elisa Lucinda e a maravilhosa cantora e atriz Ellen Olérea que realmente roubam a cena e têm momentos de rara beleza.

Aliado a um corpo cênico competente, o musical conta ainda, com uma banda cheia de swingue, também formada só por mulheres.


Um capítulo à parte é a apresentação de Ellen Olérea, conhecida pelo grande público após vencer o Programa The Voice Brasil, retorna a dramaturgia após muitos anos, porém, mostra que não perdeu mais esta vocação, exercida também com graça, humor e beleza. Dona de uma voz potente e de timbre inconfundível, Ellen mostra que sua criação artística vai muito além do que se possa imaginar.

Vista interna do vitral do CCBB-SP
Em linhas gerais, o texto traz uma narrativa fluída e com bom tempo de comédia – sem exageros, o que permite empregar elementos interessantes e que instigam o público entender um pouco mais da trama.
Outro ponto interessante é que, embora não tenha um caráter panfletário, “L, o Musical” oferece ao público uma base sobre os temas abordados, críticas comuns que as lésbicas ouvem, estupro corretivo, transgeneridade, desconstrução de paradigmas sociais, debate sobre preconceito e a importância do respeito, chegando a discutir de forma sutil o preconceito dentro do preconceito, sempre de forma leve, descontraída e sem o tom dogmático ou jornalístico.

Sem sombra de dúvida, “L, o Musical” é um texto atual e necessário, não apenas por tratar de questão homossexual, que ainda precisa entendida, mas sim por que vem numa época em que o mundo todo vive um movimento de retrocesso nos costumes e valores, o espetáculo nos leva compreender e respeitar o semelhante.

Ao final do espetáculo, é distribuída uma Cartilha de Visibilidade Lésbica, contendo panorama histórico, questões sobre o Movimento LGBT, bem como políticas de saúde.


Vale a pena conferir o espetáculo. É garantia de entretenimento e de bom teatro (que nos faz pensar).





L, o Musical               

Direção geral e dramaturgia: Sérgio Maggio;
Direção musical: Luís Filipe de Lima;
Artistas-criadoras: Elisa Lucinda, Ellen Oléria, Renata Celidônio, Gabriela Correa, Tainá Baldez e Luiza Guimarães. 
Duração: 110 min.
Data: 04 de janeiro de 2018 a 26 de fevereiro de 2018 – 20h00
Local: CCBB-SP - Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112, Centro – São Paulo/SP
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)

Classificação etária: 16 anos. 




08/01/2018

Resenha: Deslumbrante - Madeline Hunter

by on 16:30
 
   O livro é um romance de época que conta a história da jovem lady Audrianna, que sofreu com as consequências de seu pai ser acusado por traição, por vender pólvora de má qualidade. O que ocasionou a morte de seu pai por desgosto. Com a reputação de sua a família manchada, todos seus amigos se afastaram de sua família; restou para Audrianna ir mora com uma prima viúva e outras jovens solteiras no campo. Mesmo vivendo uma nova vida a jovem ainda deseja provar a inocência de seu pai.

   A lady criar um plano para atrair algum cumplice da traição e comprar possíveis informações que possam provar quem é o verdadeiro culpado. Ao colocar seu plano em prática Audrianna acaba cruzando seu caminho com o Lorde Sebastian, o responsável pela acusação de seu pai. E esse encontro fará com a mesma se envolva em escândalos e em uma busca às cegas ao lado do seu inimigo. Ela não imaginava que o Lorde fosse um homem tão másculo, viril e determinado a ter o que deseja, inclusive despertar a libido de Lady Audrianna.

   E a aproximação do lorde ao reacender seu interesse no caso, só proporciona o caos na mente da personagem, trazendo momentos de raiva e volúpia enquanto tenta se focar nas pistas para inocentar seu pai.


   A trama da história se desenvolve de maneira interessante, mas houve momentos em que era esperado mais mistérios, com um foco maior sobre a investigação. Estas perdas de expectativa deixaram um pouco maçante toda a parte de conquista dos protagonistas, gerando uma quebra no ritmo indesejada, já que no início a história começa eletrizante, prometendo várias confusões e conspirações imergindo o leitor.

   A escrita do livro é suave e de fácil compreensão mesmo sendo um romance de época. No que se refere a capa do livro faz jus ao título, bela arte de capa e achei superinteressantes os pequenos trechos dos jornais de fofoca da época no início de cada capítulo.
   
   As narrativas de Sebastian me ganharam desde o primeiro momento e as interações entre os personagens secundários foram muito bem estabelecidas e desenvolvidas; a ponto de chegar à conclusão de que os maiores acertos da narrativa são os diálogos, descrições ambientais e as narrativas do protagonista masculino. Todavia a autora deixou no ar certos desfechos, acredito que talvez seja para propor no livro seguinte e instigar o leitor a continuar a leitura.
   
   Sinceramente estou ansiosa para ver os próximos livros da série e como ela interligará ou não os personagens deste primeiro livro com a continuação da série e esperando que ela se supere com o desenvolvimento dos personagens. Já que este livro não supriu minhas expectativas de que se apresentaria intrigas bem desenvolvidas e uma trama mais direta, sem perder o clima hot da trama.         
   Por fim recomendo este romance para leitores que preferem romances tradicionais e que não se importam com um clima açucarado e detalhado que a autora construí.












Mais visitadas

Obrigada pela visita volte sempre!

Outras Postagens